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Global Risks Talks – “Gerenciamento da segurança das infraestruturas críticas”

No âmbito das Jornadas Internacionais Global Risks da MAPFRE, desfrutamos de uma palestra entre Guillermo Llorente, diretor corporativo de segurança da MAPFRE e José Luis Pérez Pajuelo, diretor do Centro Nacional de Infraestruturas Críticas (CNPIC). Na palestra foram apresentados os desafios do ponto de vista da segurança das infraestruturas, que são imprescindíveis e podem afetar de forma crítica o correto funcionamento da economia, não só de uma empresa, como também de uma região ou um determinado país.

Guillermo Llorente compartilha nesta entrevista os três pilares que sustentam o modelo de segurança da MAPFRE e como a empresa está se adaptando com sucesso depois de uma série de situações complexas vividas nos últimos anos.

  • No outono de 2019, surgiram situações de incerteza política e revoltas sociais em um número significativo de países nos quais estávamos presentes – como Equador, Chile e Colômbia – provocando a ativação de planos de continuidade do negócio para esses países, a fim de garantir a prestação do serviço.
  • A chegada da COVID-19, que afetou todo o mundo, fez com que a MAPFRE se encontrasse com mais de 40 mil empregados trabalhando remotamente sem nenhuma interrupção do negócio.
  • Durante esta situação de contingência, a entidade da MAPFRE sofreu um ataque cibernético na sede corporativa na Espanha. Foi o maior ataque que a empresa enfrentou em sua história e o qual resolveu com sucesso.
  • Hoje nos encontramos com um cisne negro: a guerra entre Rússia e Ucrânia, gerando uma situação de completa incerteza. A MAPFRE responde a isso com base em seus pilares: o compromisso dos empregados, a preparação através dos planos de continuidade do negócio, a resiliência de toda a organização e, fundamentalmente, a colaboração público–privada e privado–privada, participando também de forma ativa em foros nacionais e europeus de segurança.

Por sua vez, José Luis Pérez Pajuelo, explicou o que se entende por infraestrutura crítica, que papel tem o CNPIC para proteger estas infraestruturas e como a entidade está se adaptando a este meio tão convulso e em constante mudança.

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